
domingo, 13 de abril de 2008
quinta-feira, 10 de abril de 2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Ilha do Mel - Espetáculo de Dança
" Ilha do Mel " - Espetáculo de Dança
11, 12 e 13 de Abril - 20:00 Horas - Teatro Carlos Gomes - Ingressos: R$ 3,00 e R$ 6,00
11, 12 e 13 de Abril - 20:00 Horas - Teatro Carlos Gomes - Ingressos: R$ 3,00 e R$ 6,00
Apresenta 7 Companhias Capixabas:
Cia Enki de Dança Primitiva Conteporânea - Cia Magno Godoy de Dança - Cia de Dança Mítzi Marzzut - Cia Corpo em Cena - NegraÔ Cia de Dança - Homem Cia de Dança - Balé da Ilha Cia de Dança
Miríam Gonçalves 3233 - 3523 / 9309 - 6730 migoproducoes@yahoo.com.br
BALAIO CULTURAL ...ahhhh eu não posso ir..aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Mostra folclórica vai apresentar a diversidade cultural capixaba no próximo sábado (12)
Os sons capixabas podem vir da casaca, da concertina e até do trombone. A dança recebe influências italiana, alemã, portuguesa e africana. O Espírito Santo é Congo, Jongo, Ticumbi, Reis de Boi, Pastorinhas, Alardo, tem também o Boi Pintadinho. Tamanha diversidade do folclore forma um surpreendente mosaico. Junte tudo isso e consiga um verdadeiro “Balaio Cultural”, uma mostra dessa união de riquezas folclóricas, formando um único rosto, que representa a identidade do capixaba.
Essa grande mostra, que irá proporcionar um feliz reencontro dos capixabas com suas tradições, tem data e hora marcada: entre 16 e 20 horas do próximo sábado (12), no Museu Vale, em Argolas, Vila Velha. Será uma verdadeira profusão de cores e alegria, representada por 16 grupos folclóricos do Estado. O evento é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), com patrocínio da Vale e apoio da Comissão Espírito-santense de Folclore.
Com seus trajes típicos e toadas, as várias manifestações folclóricas vão desfilar todas as nuances da riqueza cultural capixaba durante quatro horas seguidas. O interessante é que, ao término de cada apresentação, o grupo imediatamente se tornará platéia, formando um ciclo que proporcionará o conhecimento mútuo. Essa ação permitirá que todos experimentem um saudável reforço na auto-estima.
O encontro também incentivará a população a participar e prestigiar manifestações folclóricas do Estado. Em um mesmo espaço, será possível conhecer o Reis-de-Boi e as Pastorinhas, folguedos de origem bíblica que comemoram o nascimento de Jesus; o Ticumbi, tradicional bailado em louvor a São Benedito; o Jongo, dança cantada precursora do samba; o Congo, com a apaixonante mistura de sons de tambores, caixas, cuícas, chocalhos e casacas; a Folia de Reis, com seus palhaços; o Alardo, que é uma representação popular das lutas entre os mouros e cristãos; os bons exemplos das influências européias como os grupos de danças, que promovem as melhores tradições italianas, pomeranas e portuguesas; enfim o público poderá encher a alma de sons e de gestos que demonstram o jeito capixaba de ser.
Seminário da Cultura Popular Tradicional do III Milênio
Um dia antes da mostra, na sexta-feira (11), será realizado o Seminário de Cultura Popular Tradicional do III Milênio, no auditório do IC 2, na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). O evento contará com a participação de grandes nomes do folclore nacional, como a jornalista Paula Simon, presidente da Comissão Nacional de Folclore e membro do Conselho Nacional de Cultura. Serão três mesas-redondas. As discussões estão previstas para durar três horas cada uma. A abertura será às 8h30.
Os debates vão durar o dia inteiro, reunindo intelectuais de várias áreas do pensamento para debater os aspectos mais importantes da cultura tradicional em relação aos tópicos que a sociedade contemporânea coloca como desafios para o futuro, como gestão do conhecimento, os direitos e a propriedade do saber, a construção das identidades, a tolerância às diferenças, a relação com o mercado de massas, o equilíbrio ambiental, o acesso à qualidade de vida, entre outros.
O tema da primeira mesa é ‘Movimento folclorista brasileiro – herança e futuro’, que terá como expositores o ambientalista Roberto Rocco, e Maurício Fonseca, coordenador do projeto Culturas Indígenas do Ministério da Cultura.
‘As temáticas ambientalista e indígena’ norteiam a segunda mesa, composta por Bráulio Nascimento, presidente de honra da Comissão Nacional de Folclore, e por Lourdes Macena, presidente do 13º Congresso Brasileiro de Folclore. Marcelo Manzatti, presidente do Fórum Permanente para as Culturas Populares, participa da mesa como debatedor convidado.
O tema ‘Comunidades quilombolas e excluídas e novos direitos civis’ fecha o ciclo de palestras reunindo convidados como o antropólogo José Jorge de Carvalho e Fernando Mathia, ativista do Instituto Sócio Ambiental. Cáscia Frade, vice-presidente da Comissão Nacional de Folclore é a debatedora convidada.
O seminário também servirá para subsidiar e orientar os membros da Comissão Espírito-santense de Folclore na formulação de sua proposta temática para o 14° Congresso Brasileiro de Folclore, a ser realizado em Vitória em 2009.
domingo, 6 de abril de 2008
sábado, 5 de abril de 2008
Instrumentistas

A Orquestra Filarmônica do Espírito Santo (Ofes) retorna no domingo (06) com a série “Concertos Instrumentistas”. A apresentação será às 17 horas, no Theatro Carlos Gomes, Centro de Vitória. A entrada é gratuita.
A informalidade é uma marca da série, que explora as potencialidades de um instrumento a cada apresentação. O instrumentista convidado toca acompanhado da Ofes, apresenta peças solo, e também tem a liberdade de conversar com a platéia.
O piano foi escolhido para abrir a série em 2008. Como solista foi convidada a pianista Fabíola Bortolozo, um jovem talento do Espírito Santo que já se apresentou em outras capitais do Brasil com grande sucesso.
Constam do programa obras para piano solo de Liszt, Marlos Nobre e Debussy. Na seqüência, Fabíola apresenta, acompanhada dos músicos da Ofes, a célebre Rhapsody in Blue, de George Gershwin.
A informalidade é uma marca da série, que explora as potencialidades de um instrumento a cada apresentação. O instrumentista convidado toca acompanhado da Ofes, apresenta peças solo, e também tem a liberdade de conversar com a platéia.
O piano foi escolhido para abrir a série em 2008. Como solista foi convidada a pianista Fabíola Bortolozo, um jovem talento do Espírito Santo que já se apresentou em outras capitais do Brasil com grande sucesso.
Constam do programa obras para piano solo de Liszt, Marlos Nobre e Debussy. Na seqüência, Fabíola apresenta, acompanhada dos músicos da Ofes, a célebre Rhapsody in Blue, de George Gershwin.
Oficina
Musicalização, percepção e linguagem
Síntese:
A falta de reflexão e reconhecimento da dimensão corpórea e da historicidade que relaciona o humano culturalmente, faz com que muitas vezes não se reconheça as possibilidades relacionadas à corporeidade. Aqui utilizamos o conceito de música como “Jogo”, como relação de troca e reconhecimento do “outro” dentro de uma linguagem e regras próprias. Neste curso pretendo unir um exercício de ação e reflexão a respeito da questão da corporeidade dentro do contexto histórico sócio-cultural, da musicalidade como jogo relacional apoiado em uma linguagem que exige, para sua fundamentação, o reconhecimento do corpo como principal elemento de expressão.
A proposta desse curso nasceu, sobretudo, pela minha vivência e trabalho com crianças portadoras de necessidades especiais ao longo dos últimos oito anos, através de atividades musicais e jogos teatrais, bem como experiências diversas com grupos de teatro e música.
Essa vivência e observação foi descrita e explicitada em um trabalho acadêmico com o título “ÉTICA NA PESQUISA”, que está para ser publicado em breve, feito com o grupo de pesquisa fenomenológicas do Departamento de Filosofia da UFES, dirigido pelo Prof. Dr. Edebrande Cavalieri, com apoio do CNPq, tendo como sub-título “ÉTICA NA EDUCAÇÃO: A QUESTÃO DO OUTRO”, que será disponibilizado aos participantes.
Este curso está fundamentado em atividades que unem elementos musicais e cênicos, através de expressões culturais do imaginário popular, de jogos musicais, rítmicos, instrumentos de percussão, canto e dança. Cirandas, toadas, maracatus, cordéis, contos, poesia, congo, jongo e outras manifestações, servem como ponto de apoio para se devolver ao elemento corpóreo a importância na fruição de uma linguagem que é própria do homem. Propomos - paralelamente às atividades práticas - uma reflexão sobre a historicidade cultural do corpo, sobre o sentido da linguagem em suas diversas acepções, sobre as várias formas de significação e constituição da música como elemento cultural, do questionamento do mito da “música como linguagem universal” e da fundamentação de uma ética do reconhecimento do “Outro” como fundamentação das relações humanas.
Conteúdos
1- Prática
- Percepção rítmica e sonora
- Identificando compassos, dinâmicas e timbres
- Entendo as formas musicais e explorando células rítmicas
- Execução de instrumentos de percussão
(Tambores, pandeiros, chocalhos, etc)
- Execução de canções populares
- Diferenciação de estilos e construção de repertório
- Cantos populares, rodas e cirandas
- Identificando e diferenciando música barroca, clássica, romântica, impressionista, expressionista, eletrônica e concreta.
2- teoria
- Historicidade do corpo e as ideologias de negação
- O fundamento da linguagem como jogo interativo
- O mito da música como “linguagem universal”
- Reflexões sobre a corporeidade e a sexualidade, relacionados à psicologia e à pedagogia, tendo como base os textos “O corpo como ser sexuado” e “O corpo como expressão e a fala”, extraídos do livro “Fenomenologia da Percepção” de Maurice Merleau-Ponty.
- O reconhecimento do Outro
- Debate sobre o vídeo-documentário “Janela da Alma”
Síntese:
A falta de reflexão e reconhecimento da dimensão corpórea e da historicidade que relaciona o humano culturalmente, faz com que muitas vezes não se reconheça as possibilidades relacionadas à corporeidade. Aqui utilizamos o conceito de música como “Jogo”, como relação de troca e reconhecimento do “outro” dentro de uma linguagem e regras próprias. Neste curso pretendo unir um exercício de ação e reflexão a respeito da questão da corporeidade dentro do contexto histórico sócio-cultural, da musicalidade como jogo relacional apoiado em uma linguagem que exige, para sua fundamentação, o reconhecimento do corpo como principal elemento de expressão.
A proposta desse curso nasceu, sobretudo, pela minha vivência e trabalho com crianças portadoras de necessidades especiais ao longo dos últimos oito anos, através de atividades musicais e jogos teatrais, bem como experiências diversas com grupos de teatro e música.
Essa vivência e observação foi descrita e explicitada em um trabalho acadêmico com o título “ÉTICA NA PESQUISA”, que está para ser publicado em breve, feito com o grupo de pesquisa fenomenológicas do Departamento de Filosofia da UFES, dirigido pelo Prof. Dr. Edebrande Cavalieri, com apoio do CNPq, tendo como sub-título “ÉTICA NA EDUCAÇÃO: A QUESTÃO DO OUTRO”, que será disponibilizado aos participantes.
Este curso está fundamentado em atividades que unem elementos musicais e cênicos, através de expressões culturais do imaginário popular, de jogos musicais, rítmicos, instrumentos de percussão, canto e dança. Cirandas, toadas, maracatus, cordéis, contos, poesia, congo, jongo e outras manifestações, servem como ponto de apoio para se devolver ao elemento corpóreo a importância na fruição de uma linguagem que é própria do homem. Propomos - paralelamente às atividades práticas - uma reflexão sobre a historicidade cultural do corpo, sobre o sentido da linguagem em suas diversas acepções, sobre as várias formas de significação e constituição da música como elemento cultural, do questionamento do mito da “música como linguagem universal” e da fundamentação de uma ética do reconhecimento do “Outro” como fundamentação das relações humanas.
Conteúdos
1- Prática
- Percepção rítmica e sonora
- Identificando compassos, dinâmicas e timbres
- Entendo as formas musicais e explorando células rítmicas
- Execução de instrumentos de percussão
(Tambores, pandeiros, chocalhos, etc)
- Execução de canções populares
- Diferenciação de estilos e construção de repertório
- Cantos populares, rodas e cirandas
- Identificando e diferenciando música barroca, clássica, romântica, impressionista, expressionista, eletrônica e concreta.
2- teoria
- Historicidade do corpo e as ideologias de negação
- O fundamento da linguagem como jogo interativo
- O mito da música como “linguagem universal”
- Reflexões sobre a corporeidade e a sexualidade, relacionados à psicologia e à pedagogia, tendo como base os textos “O corpo como ser sexuado” e “O corpo como expressão e a fala”, extraídos do livro “Fenomenologia da Percepção” de Maurice Merleau-Ponty.
- O reconhecimento do Outro
- Debate sobre o vídeo-documentário “Janela da Alma”
Público Alvo:
Educadores, atores, músicos, bailarinos e pessoas interessadas
Duração:
12 hs - 04 encontros aos sábados
Datas: 05, 12, 19 e 26 de Abril – Horário: 9:00 às 12:00 h
Rua Professor Baltazar, 152 – Centro – Vitória - ES
Email:9244-7707
ORKUT: Fraga Ferri – BLOG: www.fragaferri.blogspot.com
VAGAS LIMITADAS
Valor:
R$ 150,00
(Pagamento em 2x de R$ 75,00 - 1ª no ato de inscrição e 2ª até o início do curso)
Instrutor: Fraga Ferri - músico, artista cênico, professor e diretor de teatro (atuou na Oficina Artes de Vitória, Colégio Darwin e Leonardo da Vincci); elaborou e coordenou em 2006 curso de capacitação de artes para os professores da APAE-Vitória; produtor musical e arranjador (coordenou e dirigiu o Festival Vitória em Canto 2007); Ministrou palestra “Arte e Criatividade” para professores da rede pública de Vitória; Coordenou e elaborou em 2005 a “I Semana de Música de Jaguaré”, onde foram realizados cursos, oficinas e debates, durante o Festival de Música da Cidade; Professor de harmonia, composição e improvisação musical; atuou como professor e supervisor no Projeto de Arte-educação inclusiva “Integrartes” (parceria Oficina Artes de Vitória e Secretaria de Educação/PMV); Parceria com o grupo de Artes Cênicas “Companhia Folgazões” e das Bandas “Sonoris Causa” e “A Fábula”; graduando em Filosofia pela UFES e pesquisador em Fenomenologia pelo CNPq.
Educadores, atores, músicos, bailarinos e pessoas interessadas
Duração:
12 hs - 04 encontros aos sábados
Datas: 05, 12, 19 e 26 de Abril – Horário: 9:00 às 12:00 h
Rua Professor Baltazar, 152 – Centro – Vitória - ES
Email:9244-7707
ORKUT: Fraga Ferri – BLOG: www.fragaferri.blogspot.com
VAGAS LIMITADAS
Valor:
R$ 150,00
(Pagamento em 2x de R$ 75,00 - 1ª no ato de inscrição e 2ª até o início do curso)
Instrutor: Fraga Ferri - músico, artista cênico, professor e diretor de teatro (atuou na Oficina Artes de Vitória, Colégio Darwin e Leonardo da Vincci); elaborou e coordenou em 2006 curso de capacitação de artes para os professores da APAE-Vitória; produtor musical e arranjador (coordenou e dirigiu o Festival Vitória em Canto 2007); Ministrou palestra “Arte e Criatividade” para professores da rede pública de Vitória; Coordenou e elaborou em 2005 a “I Semana de Música de Jaguaré”, onde foram realizados cursos, oficinas e debates, durante o Festival de Música da Cidade; Professor de harmonia, composição e improvisação musical; atuou como professor e supervisor no Projeto de Arte-educação inclusiva “Integrartes” (parceria Oficina Artes de Vitória e Secretaria de Educação/PMV); Parceria com o grupo de Artes Cênicas “Companhia Folgazões” e das Bandas “Sonoris Causa” e “A Fábula”; graduando em Filosofia pela UFES e pesquisador em Fenomenologia pelo CNPq.
terça-feira, 1 de abril de 2008
EDSON PAPO FURADO

Edson Papo Furado, o mais conhecido intérprete na história do samba capixaba, irá comemorar seu aniversário (25/03), no próximo domingo (06), na quadra da escola de samba Novo Império. Como não poderia ser diferente, os seus 69 anos de vida serão festejados com muito samba.
A entrada custa R$ 15,00 e dá direito a uma camisa e ao churrasco que será servido no local. A bebida será vendida na quadra da Novo Império. A festa começa a partir do meio-dia e contará com a participação dos grupos de samba Sandália de Pescador e Aparência Maior, além dos artistas Cyara, Luizinho Taj Mahal e Emerson Xumbrega.
O convite poderá ser adquirido no bar do Gegê, na rua Graciano Neves, centro de Vitória, ou pelos telefones 9969-2544 e 8804-1946. O número de ingressos é limitado.
A entrada custa R$ 15,00 e dá direito a uma camisa e ao churrasco que será servido no local. A bebida será vendida na quadra da Novo Império. A festa começa a partir do meio-dia e contará com a participação dos grupos de samba Sandália de Pescador e Aparência Maior, além dos artistas Cyara, Luizinho Taj Mahal e Emerson Xumbrega.
O convite poderá ser adquirido no bar do Gegê, na rua Graciano Neves, centro de Vitória, ou pelos telefones 9969-2544 e 8804-1946. O número de ingressos é limitado.
Cynthia Silva
Assinar:
Postagens (Atom)







